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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Rise of the Tomb Raider - O que achei?

Olá gente, bom dia! Hoje vim falar de um game, depois de tanto tempo sem jogar nada. Estou com um problema no ps3 e ainda não sei quando poderei comprar um ps4. :´(
Mas a vida segue e graças ao meu namorado, consegui jogar um dos jogos que  mais estava ansiosa para jogar: Rise of the Tomb Raider. Eu joguei a versão de PC e simplesmente amei, o jogo me surpreendeu nos detalhes dos cenários e na jogabilidade.


Rise of the Tomb Raider é um jogo de categoria ação-aventura, da série mega clássica Tomb Raider. Produdizo pela Crystal Dynamics, foi lançado em 2015 inicialmente para a Microsoft, tanto para Xbox one e Xbox 360, o que causou um desconforte grande aos usuários da sony, como eu. Mas no ano seguinte, com a produção da Square Enix, foi lançado para pc e PS4.
O jogo manteve a pegada do Tomb Raider anterior, só que ainda mais bonito e surpreendente. Achei bem interessante a forma engenhosa de criação e melhoria das armas usadas pela Lara. Ela também consegue criar itens, como explosivos, com objetos encontrados nos cenários. Além disso, ela consegue coletar minerais para a criação de munição, e isso eu realmente amei.
Se você gosta de Uncharted, provavelmente vai gostar desse game. Eu amo. <3



Agora um pouco do enredo...

O pai da Lara Croft, antes de morrer, investigava uma relíquia que supostamente trazia a imortalidade. No jogo, Lara se torna obcecada por tal relíquia, chamada de Fonte Divina. Temos como antagonista da trama, a Trindade, uma organização que busca antes da nossa protagonista, obter o artefato. Essa organização, de caráter religioso, busca destruir artefatos e relíquias místicas.
Lara vai à Sibéria, em florestas congelantes em busca do que ela mais ama: mistérios antigos e eventos místicos. Assim, ela busca provar que seu pai estava correto em relação à Fonte Divina.



Gente, os cenários são de encher os olhos. Confesso que parava no meio do jogo para admirá-los. Eu adorei a jogabilidade, assim como a história também. Vale muito a pena jogar, sem dúvidas. Não precisa ser veterano na franquia, já que a história é fechada e de fácil compreensão.
Indico a todos, não deixem de ter essa experiência.

Boa jogatina e até mais! :*

domingo, 30 de dezembro de 2018

Shadow of the Tomb Raider - O que achei?

Bom dia gente, hoje vou falar sobre um jogo incrível e muito lindo. Trata-se de Shadow of the Tomb Raider, game lançado em setembro desse ano. Eu confesso para vocês que não joguei a franquia nos seus primórdios, mas via meu pai jogando bastante no psone e minha mãe no ps2 e digo com propriedade que a evolução do game, graficamente falando, é algo impressionante. E o Shadow é um jogo de ação/aventura muito bom e divertido, mesmo com uma Lara Croft mais adulta e sombria, devido seu desejo de vingança.
Já resenhei o game anterior da geração passada, caso queiram ver, é só clicar abaixo:


Eu não canso de falar dos gráficos incríveis desse jogo, com paisagens deslumbrantes de tirar o fôlego. A ambientação e sonoridade completam o clima, deixando o jogo muito mais realista.

Imagens capturadas do ps4.



Em relação a história, a nossa querida Lara Croft está mais madura, mais experiente pelas aventuras que já viveu, e mais disposta do que nunca em vingar de vez a morte de seu pai.
No início do jogo, Lara perde o controle de si mesma, quando acidentalmente dá início a um apocalipse que tem o poder de destruir a humanidade. Assim como no game anterior, ela tenta acabar com a organização chamada Trindade, ao qual matou seu pai quando ela tinha apenas nove anos.
Inicialmente não parecia muito difícil, ela apenas tinha que impedir que a Trindade encontrasse um artefato poderoso que poderia remodelar o mundo, no entanto, Croft remove a adaga ancestral do seu local de descanso e para sua surpresa, o mundo começa a desmoronar.




Lara percebe que deu início a uma sequência de desastres naturais que precisaria ser cessado, pois os mesmos levariam ao fim do mundo. O primeiro desastre foi um tsunami na ilha de Cozumel. Tudo causado por um ato de precipitação, por mais que tenha sido de boa vontade.
Depois do ocorrido, assustada, Lara reencontra Jonah e diz que ela sozinha seria capaz de derrotar o vilão Dr. Dominguéz, mas Jonah diz que vai junto, mas que teriam que ajudar os sobreviventes antes da aventura que viria a seguir.


 
Lara precisa unir muita força e coragem para passar por esse trauma e a seguir ela vai ao Peru, mais precisamente na Floresta Amazônica. A cidade de Paititi é uma das regiões mais ricas e bonitas do jogo, lá a Lara consegue interagir com vários habitantes indígenas, inclusive, nessa região tem algumas missões secundárias que envolve nossa protagonista ainda mais com os habitantes locais.
Diferente do game passado, dessa vez Lara está mais experiente no combate, usando do ambiente para melhor se sair com os inimigos, onde ela consegue se camuflar e fisgar os desavisados. Entre os inimigos, além de humanos, temos diversos animais, sejam enguias, piranhas, onças, etc.
Assim, ela vai explorando, enfrentando inimigos e focada no seu principal objetivo: corrigir seu erro e dessa vez, cortando o mal pela raiz.

Momento meigo do jogo.

Eu gostei muito do jogo, gosto muito de explorar para encontrar itens e ganhar troféus, é bem satisfatório vencer os desafios. Vi algumas críticas negativas sobre o jogo não inovar muito, mas eu gostei da experiência e da história. Enfim, vale a pena jogar sim na minha opinião. Para os fãs de Uncharted, é um prato cheio. Gosto muito dos dois e indico a franquia para todo mundo. ♥
Até mais e boa jogatinha! o/

Como esse é minha última postagem de 2018, desejo um feliz ano novo para todos! Aproveitem muito e aguardem um 2019 cheio de resenhas de jogos e livros.
Byebye  :D

domingo, 16 de junho de 2019

Horizon Zero Dawn - O que achei?

Bom dia gente! Seguindo o que falei na postagem anterior, vou seguir com a segunda pendência que estou devendo aqui no blog. Vou falar sobre um dos jogos que eu mais amei ter jogado no PS4 e que se tornou um dos meus preferidos da vida, sem sombra de dúvida. Horizon Zero Dawn não foi um jogo que me conquistou de primeira, devo confessar, o que foi um grande erro da minha parte. Devido aos robôs, eu descartei qualquer interesse no primeiro momento. Mas antes tarde do que nunca, não é mesmo? O jogo é incrível, um dos melhores da atual geração. Foi lançado em 2017 exclusivamente para Playstation 4.


A história do jogo se passa em um futuro distante, onde a Terra se encontra sob o domínio de criaturas robóticas semelhantes a dinossauros. Temos Aloy como protagonista desse RPG de ação.
Ela foi criada por Rost, um exilado da tribo Nora. No game, temos acesso a várias tribos diferentes, cada uma com seus costumes e modos de viver diferentes.
Durante a jornada, conhecemos mais profundamente as origens de Aloy, focando nos mistérios envolvendo seu nascimento. Vemos também seu desenvolvimento como guerreira, onde Rost a treina desde criança, como se pode ver na imagem que capturei do ps4, abaixo:


O jogo, em alguns momentos, permite que o jogador escolha a maneira com que Aloy aja, podendo moldá-la de uma forma mais firme, ou até mais sensível. Pelo que pesquisei, o jogo não possui muitos finais diferentes, apesar dessas escolhas impostas. De qualquer forma, é legal saber que o jogo não possui um único final.
Algo que não posso deixar de comentar são os gráficos maravilhosos do game. As paisagens são impressionantes, com cores lindas e elementos artísticos bem característicos do jogo. Temos biomas diferentes, com locais quentes e secos até ambientes frios com muito gelo. Cada região possui espécies de bichos diferentes, o que torna a caça ainda mais interessante e única. Eu realmente fiquei de boca aberta com a qualidade da produção. Aplausos para a Guerrilha!




A variedade de robôs é grande, com espécies simples e fáceis de matar até as mais complexas e maiores, com um nível de dificuldade maior. Cada espécie possui características próprias e isso eu acho incrível, pois mostra o cuidado que a produtora teve em cada detalhe. Até os npcs são bem feitos, cada um preservando sua identidade dentro de cada tribo. As expressões faciais dos personagens são incríveis. A dublagem em português é muito boa, apesar de atrasar em alguns momentos.
O sistema de criação de itens me agradou bastante, o menu do jogo é bem fácil de usar, achei tudo muito bem feito realmente. O combate é satisfatório, onde a personagem usa apenas armas brancas, como arcos, estilingues, armadilhas, etc. Existem variedades de cada item, cada uma com suas particularidades. Cada robô possui pontos fracos específicos, cabendo ao jogador utilizar estratégias para derrotar cada um. Achei tudo muito bem pensado, inclusive as roupas/armaduras da Aloy, cada uma com suas vantagens particulares.
Com pontos de experiência, é possível comprar habilidades bastante úteis. Quase tudo pode ser aproveitado, como plantas e até as sucatas dos robôs derrotados, o que garante a confecção de novos itens no inventário de Aloy.


Quando criança, Aloy acha um foco, um objeto futurístico onde a permite ter uma visão diferente. Com ele, ela consegue encontrar objetos, como uma espécie de raio x. Muito útil durante toda a jornada.



Eu gosto muito de games onde pegamos várias missões diferentes, onde ajudamos vários personagens, o que é bem característico em jogos do gênero. Me lembrou The Witcher 3 em vários momentos, além de alguns elementos parecidos com Tomb Raider. Achei incrível!
O jogo possui uma dlc, o Frozen Wilds, que vale muito a pena jogar também, pois temos contato com uma das tribos mais legais, a dos Banuk. Eu amei. Inclusive, indico a compra da edição completa do jogo, pois já vem com a dlc.
É um game que vale a pena platinar, apesar de uns desafios um pouco mais difíceis, mas que com persistência, é possível vencermos. Enfim, eu entrei de cabeça no jogo, foi um dos melhores que joguei até hoje. Tudo indica que teremos um segundo jogo da franquia, e eu mal posso esperar para jogar! ♥
Espero que tenham gostado da resenha. Boa jogatina!

Obs: Desculpa se esqueci de mencionar algo relevante, mas joguei o jogo a uns dois meses, então não lembro de tudo. :(

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Uncharted 3 - O que achei!

Bom dia gente!
Hoje vou falar sobre um game que esperei muito para poder jogar e finalmente consegui. Eu já tinha jogado Uncharted 2 e tinha amado, e com o Uncharted 3 não foi diferente. O jogo é lindo demais, tem um gráfico impecável e a própria história em si é muito boa. Estou apaixonada por esse jogo, é sem dúvida um dos meus preferidos de PS3.
Uncharted 3 é um jogo de ação/aventura em terceira pessoa desenvolvido pela Naughty Dog exclusivamente para PS3. Para os fãs de Tomb Raider, é um prato cheio!
Antes de prosseguirem na leitura, quero avisá-los que a seguir terá spoilers!!!


Achei a jogabilidade muito boa, tanto no combate corpo a corpo quanto com armas. O personagem carrega consigo duas armas, uma de menor porte e outra maior, além de cinco granadas. O game fornece munição ao derrotar os inimigos e ela está presente em abundância.


O jogo inicia quando Nate Drake e Sully estão em Londres com Talbot para a negociação de um anel de Nate. Ao acusarem Talbot de lhes darem dinheiro falso, a luta começa.
Posteriormente, o game mostra Drake durante sua adolescência, quando este está em um museu em busca do anel de Sir Frances, mas é expulso quando suspeitam que ele pode ser ladrão. Nate nota o interesse de Sullivan no anel e segue, conseguindo roubar-lhe a carteira e pegar a chave do local em que o anel estava exposto no museu. No entanto, ele é perseguido por agentes de Marlowe, e Sully o salva e se torna seu mentor.

Nate e Sully vão a Síria e França e descobrem que Marlowe é a chefe de uma organização que buscar o poder explorando o medo dos seus inimigos. Ao irem para Iémen, Drake se encontra com sua esposa Elena e esta serve-se de guia para os dois. Eles localizam a tumba subterrânea, assim descobrindo a localização da cidade perdida e que Sir Francis Drake também tinha encontrado a tumba e que foi nesse  momento que ele abandonou a missão. 


Nate é atingido por um dardo alucinógeno . Ao acordar, encontra-se em uma mesa com Marlowe e inicia uma perseguição a Talbot após saber que este sabe a localização de Sully. Nate é esmurrado por Ramsés, um pirata de Marlowe e cosegue escapar do cativeiro e consegue alcançar um navio onde Sully foi capturado.

Nate descobre que era armação  e que Sully na verdade estava no deserto Rub’ al-Kjali e que para resgatá-lo, deveria apanhar um avião de carga de Marlowe. Com ajuda de Elena, ele consegue embarcar, mas é logo descoberto pelos homens de Marlowe e nessa luta que se segue, ocorre uma explosão, onde Nate é sugado para fora do avião e por sorte colide com uma grade de abastecimento que tem um pára-quedas implantado. O jogo prossegue no deserto. Nate é atacado por homens de Marlowe e um grupo de homens a cavalo, liderado por Salim o salva, também conseguindo salvar Sully. 






O verdadeiro mistério que aconteceu ao povo de milhares de anos atrás em Ubar torna-se evidente: quando o rei Salomão lançou o vaso de bronze para as profundezas da cidade, ele caiu na água e começou a contaminar a água com um poderoso alucinógeno. As pessoas foram levados à loucura, e a civilização na cidade desmoronou.
Nate descobre que foi em busca do navio que a Rainha Elizabeth enviou Francis Drake, mas ao saber as consequências de sua busca, abandona a missão e regressa a Inglaterra. Nate e Sully encontram Marlowe, que está usando um gincho para mergulhar o talismã de bronze na água, mas eles conseguem destruir esse guincho e a explosão atinge a cidade. Os dois tentam escapar da cidade em ruínas e encontram Marlowe e Talbot, onde ela se encontra afundando em areia movediça, levando o anel com ela. Nate atinge uma bala em Talbot, matando-o, quando este tenta matar Sully.
Por fim, Nate, Elena e Sully voltam para casa no novo avião de Sully.
 


Eu amei o game (e já estou ainda mais ansiosa para comprar o ps4 para jogar Uncharted 4), tenho certeza que a sequência será tão foda quanto esse. É sem dúvida uma das melhores experiências do ps3, vale muito a pena!
Boa jogatina!

Batman: Arkham City - O que achei?

Bom dia gente! Hoje vou falar de mais um jogo do Batman, dessa vez o Arkham City. O jogo foi lançado inicialmente em 2011 para a geração pa...