sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

God of War - O que achei?

Bom dia galera! Hoje estou muito animada, pois vou falar sobre um dos jogos da atual geração que eu mais gostei até o momento. Claro que estou falando de God of War, um exclusivo do PS4 que marcou gerações e que teve o seu retorno em maio desse ano para a nova geração.
Eu joguei os outros três da franquia também esse ano, antes de comprar de fato o PS4. Então já joguei o novo, tendo conhecimento dos anteriores, o que fez a experiência ainda mais interessante.
Os jogos anteriores diferem em vários aspectos do mais recente da franquia, onde agora temos um Kratos mais maduro e humano, mais "falante", digamos assim. A gente consegue ter uma aproximação maior com o deus, além do carisma inquestionável de seu filho Atreus, que o acompanha durante toda a jornada.


Esse novo God of War é baseado na mitologia nórdica, o que achei o máximo, já que acho essa mitologia fascinante. Em relação a jogabilidade, Kratos aparece mais próximo à câmera, não pula e tem seus movimentos mais lentos. A câmera é livre pela primeira vez na franquia e a arma de Kratos é o machado leviatã, uma arma muito bonita e que acredito que tenha sido influenciado pelo Mjölnir, uma vez que ela volta para a mão do deus com apenas um click de um botão. O joga inova, ao adicionar elementos de RPG, onde podemos aprimorar as armas, armadura e poderes. Além disso, temos o benefício de mundo aberto, tendo acesso a todas as áreas do mapa durante todo o game. Isso é muito bom, principalmente para aqueles que como eu, decidiram platinar o jogo. Minha primeira platina, diga-se de passagem. :)




Algo que pode-se notar nas imagens acima é a riqueza do gráfico do jogo, realmente é algo grandioso. Em diversos momentos, eu parava somente para admirar as paisagens e as cores. Não tenho do que reclamar, esse ponto é inquestionável.

Durante todo o game, Kratos tem acesso aos locais através de um pequeno barco, e durante suas viagens, Atreus tenta ter uma aproximação maior do pai.
A história principal do game trata da ida de Kratos e seu filho Atreus até o pico mais alto do reino, afim de levar as cinzas de sua mãe, como era seu desejo.
O jogo mostra a relação difícil entre pai e filho, já que Kratos tenta o tempo todo afastar do filho o seu passado negro. Isso causa uma sensação de desprezo em Atreus, mas durante a jornada podemos ver diálogos onde os dois tentam se aproximar, muitas vezes de forma cômica.
Além dos protagonistas, temos outros  personagens que tornam a história do game ainda mais empolgante, como os irmãos anãos Brok e Sindri. São eles que aprimorarão o machado de Kratos e nos disponibilizarão missões secundárias. Além disso, eles são muito engraçados e encontrá-los é sempre divertido.



Temos outros personagens durante o jogo que são essenciais, mas não vou mencionar, para que todos aqueles que ainda não jogaram, possam ter a agradável surpresa que eu tive.
O jogo é maravilhoso, vale muito a pena a experiência.



Algo que vale nota é que o novo God of War ganhou como melhor jogo do ano pelo The Game Awards 2018, concorrendo com grandes títulos, e isso não é pouca coisa. Eu achei justa a vitória, não só pelo game em si, mas pelo sentimento que ele passa.
Enfim, joguem. Só isso que posso dizer.
Até mais e boa jogatina! o/

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Resident Evil 0 - Origins Collection - O que achei?

Bom dia gente. Hoje vou resenhar um game que eu pensava que nunca teria a oportunidade de jogar, uma vez que foi lançado em 2002 para GameCube. Nunca possuí essa plataforma e jamais sonhei que algum dia sairia para playstation. Resident Evil 0 foi relançado para a nova geração com texturas melhoradas e maior nitidez, com certeza um sonho realizado para os fãs da franquia. Aliás, demorou bastante para isso, já que esse jogo é um clássico do survival horror. É um título importante para a franquia, mas que nem todos tiveram a oportunidade de jogar. Ainda bem que agora está bem mais acessível.


A história do game se passa antes dos acontecimentos do Resident Evil 1 e gira em torno da Rebecca Chambers, uma médica novata integrante da S.T.A.R.S, equipe enviada à Arklay Mountais para investigar diversos assassinatos estranhos que ocorreram na região. É lá que nos deparamos com o segundo protagonista do jogo, Billy Coen. Billy é um criminoso que está solto e que supostamente matou os oficiais que o levaram à prisão. No início do jogo, Rebbeca procura por tal criminoso em um trem abandonado e sombrio presente na região. No entanto, a médica novata se depara com diversos zumbis no local. Billy, mesmo sem nenhuma ligação com a S.T.A.R.S. ou com a Umbrella, se torna essencial na trama para ajudar Rebbeca a sair do trem, uma vez que ele se torna um parceiro na resolução de puzzles e na matança dos zumbis e outras criaturas.
O game conta como o T-vírus, o responsável pelas mortes da série de jogos, iniciou a causar todo o dano em Raccoon City.




O jogo tem uma mecânica interessante, onde temos o controle dos dois personagens e podemos até fazer troca de itens entre os mesmos. Um ponto que achei negativo foi o espaço pequeno do inventário, onde o tempo todo temos que deixar ítens para pegar outros. Pensei até que ele aumentaria no decorrer do jogo, mas infelizmente permanece assim do início ao fim.
De uma forma geral o jogo é muito bom, a qualidade realmente é boa, exceto as cutscenes que deixam a desejar e a qualidade é inferior.
Segue mais prints do jogo:




Os cenários realmente são sombrios e o clima retrô é muito agradável, mas confesso que voltar a jogar com essa mecânica de câmera não me agrada mais tanto, pois em vários momentos ela atrapalha o jogo, onde nem sempre dá pra ver o alvo que se está atirando, por exemplo.
Entretanto, é um game obrigatório para os fãs da franquia. Vale muito a pena.

Aguardem que em breve vou fazer a resenha do Resident Evil 1.
Até mais e boa jogatina! \o/

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

The Evil Within 2 - O que achei?

Bom dia gente. Hoje vou resenhar um game de terror que eu estava muito ansiosa pra jogar, desde o ano passado, quando foi lançado. Eu joguei o The evil within 1, mas por algum motivo que não lembro, acabei não postando a resenha aqui no blog. De qualquer forma, a sequência do jogo não faz um resumo do primeiro jogo, mas deixa clara a história.
O jogo possui uma ambientação muito boa, sombria e assustadora, e não é por menos, pois o mesmo é influenciado por clássicos do gênero, como Silent Hill e Resident Evil, jogos esses que eu gosto muito. Vale ressaltar que essa franquia tem a produção de Shinji Mikami, um dos produtores de Resident Evil, então não é qualquer coisa, não é mesmo?
Eu confesso que esse jogo realmente conseguiu me assustar, com monstros bizarros e um em especial que me tirava o ar sempre que aparecia (Giggling Guardian).


No segundo jogo da franquia, temos novamente o detetive Sebastian Castellanos como protagonista. Assim como no jogo anterior, temos uma espécie de matrix assustadora, cheia de monstros e muito terror, chamada STEM. Lá, o detetive volta para resgatar sua filha Lily. No início do game Sebastian se depara com um incêndio em sua casa, mas falha ao tentar salvar sua filha, chegando muito tarde ao local onde a menina estava. Logo descobrimos que o incêndio foi fake e que na verdade a garotinha foi sequestrada pela corporação Mobius para ser usada como núcleo de Union, uma espécie de cidade fictícia dentro da STEM. Para uma melhor compreensão, acho que posso comparar a STEM com o upside down, ou seja, o mundo invertido da série Stranger Things. O jogo não deixou claro pra mim o porque da menina ser especial, só diz que ela, por ser criança e inocente, é ideal para tal posição. Sebastian passa por maus bocados dentro da STEM, enfrentando monstros inimagináveis.

Giggling Guardian, um dos monstros mais assustadores que achei do game D:
Vale mencionar o psicopada fotógrafo Stefano, um dos melhores vilões de jogos de terror dos últimos tempos. Stefano chama de arte o fato de fotografar pessoas em seu momento de morte e Castellanos se vê diante de tal aberração em vários momentos do jogo. Apesar da forma humana, ele é extremamente assustador.

Stefano




Apesar de não ser um jogo de mundo aberto, em alguns momentos é possível explorar alguns lugares da cidade, o que achei bem interessante para coletar itens e melhorar os níveis das armas e habilidades do personagem. Aliás, o sistema de melhoramento de armas e habilidades é muito bom. Há alguns objetivos secundários, essenciais para o ganho de recompensas em forma de equipamentos, munição e armas.

O jogo permite camuflagem na mata, muito útil para se esconder e matar monstros furtivamente



Outra coisa interessante é que alguns itens do cenário, como gasolina derramada no chão e barris explosivos, podem ser usados na exterminação dos inimigos. O que é muito bom, levando em consideração a escassez de munição. Então vale a pena usar esses recursos, além da criação de armadilhas de forma inteligente e eficaz.
Amei o jogo e amei o gráfico. O único ponto negativo é a lerdeza do personagem, pois ele se movimenta muito devagar e isso atrapalha a performance no jogo. Mas vale muito a pena jogar.

Espero que tenham gostado. Boa jogatina para todos! \o/

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Uncharted 4: A Thief’s End - O que achei?

Bom dia gente! Hoje estou muito animada, porque finalmente vou poder voltar a resenhar jogos aqui no blog, coisa que não faço já deve ter uns dois anos ou mais. Depois de anos desejando um console da geração, consegui juntar as moedas e adquiri meu PS4 PRO! E hoje vou resenhar para vocês o primeiro jogo que joguei nesse console incrível.


Uncharted 4: A Thief’s End foi lançado em maio de 2016 pela Sony, produzido pela Naughty Dog para o playstation 4. Ele se encaixa no gênero ação/aventura e é a sequência do Uncharted 3, que inclusive já resenhei aqui no blog. Clique aqui para conferir.
Temos novamente como protagonista o Nathan Drake, juntamente com outros personagens de muita importância para a história, como a Elena, sua esposa, seu irmão Sam Drake e o carismático Sully, também participante do Uncharted 3. É impossível não rir com o carisma desses personagens, com diálogos divertidos e muito engraçados.


Um ponto que não posso jamais deixar de comentar, quando se trata dessa obra prima chamada Uncharted, são as belíssimas paisagens. São de cair o queixo, realmente muito lindas! Eu confesso que parava de jogar alguns minutos só para apreciá-las.
O game é focado bastante na história, então fique atento para não perder nada. A jogabilidade também é muito boa, não tenho do que reclamar.
Em relação ao enredo, ainda é sobre a busca de tesouros perdidos, mas aqui temos uma motivação mais profunda, onde Nate e Sam vão em busca do tesouro com um propósito muito maior, que ultrapassa qualquer desejo aventureiro de escalar montanhas e explorar lugares exóticos.
Os gráficos são belíssimos, com detalhes e texturas nítidas, sendo minha estreia no PS4. Realmente é um belíssimo jogo, encerrando assim a história de Nathan Drake.

Abaixo segue algumas imagens do jogo:








E é isso gente, espero que tenham gostado! Em breve trarei mais resenhas de jogos, uhuuul! \o/
Até mais e boa jogatina! o/

sábado, 1 de setembro de 2018

Resenha - O último reino - Livro 1 - Crônicas Saxônicas

Bom dia gente! Finalmente comecei a ler as Crônicas Saxônicas, de Bernard Cornwell, e hoje vou resenhar o primeiro livro para vocês, lido em agosto.

Primeiramente quero falar sobre o material do livro. Eu preciso confessar que o material não é dos melhores, as folhas são bem frágeis e a lateral amassa com muita facilidade. Outra coisa que me incomodou foi a falta de padrão entre os dez livros (sim, eu já garanti todos já publicados dessa coleção). Digo isso porque entre os dez livros, dois tem a capa metalizada e os oito restantes não. Uma coisa que acho bem legal são as capas, que quando postas lado a lado, formam um desenho, como se fosse um quebra-cabeça. Mas, fora esses detalhes, o mais importante eu só tenho coisas boas a falar, que é a história e a escrita do autor.



Nesse primeiro volume, conhecemos Uhtred, o personagem principal dessas crônicas. É mostrada a infância de Uhtred, filho de Uhtred, um nobre menino saxão nascido na Nortúmbria, que durante uma invasão dos dinamarqueses, se torna órfão. Uhtred é capturado pelo earl Ragnar, o Intrépido, que o trata como se realmente fosse um dinamarquês, o criando como filho. Ragnar, excelente guerreiro, ensina a Uhtred desde pequeno, a arte da batalha. Esse primeiro volume foca na infância e desenvolvimento de Uhtred como homem e guerreiro.


Uhtred cresce em meio aos ataques dos dinamarqueses, nutrindo um gosto pela guerra e aí nasce um conflito, onde ele se questiona se é nortumbriano ou dinamarquês. Entretanto, apesar de gostar da cultura dos vikings, ele não esquece de Bebbanburg, sua terra natal, onde deseja um dia poder reconquistar. Era a terra de sua família, mas que agora lhe pertence, sendo ele ealdorman por direito.
Um ponto que vale ressaltar são as batalhas, pois as mesmas são muito bem descritas, cheias de detalhes e o leitor se sente como se participasse dela.
A história prossegue a partir do momento que Uhtred se vê sozinho, porém mais experiente na arte da guerra, e uma rixa de sangue erguerá o destino dele.

Mal posso esperar para saber o que vai acontecer no volume 2, então aguardem que em breve farei a resenha.





A série The Last Kingdom, lançada em 2015 pela BBC América, foi baseada nas Crônicas Saxônicas, então fica aí a dica para quem quiser assistir.






Espero que tenham gostado da resenha. Até mais e boa leitura! :)

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Resenha - Mitologia Nórdica

Bom dia gente! Hoje vou falar sobre um dos melhores livros que li esse ano. Estou falando de Mitologia Nórdica, de Neil Gaiman, publicado pela Intrínseca. Gaiman empresta suas palavras para narrar os contos, apesar destes se manterem fiéis às histórias mitológicas. A capa é muito bonita e o material de muito boa qualidade, é um belo item para ter na estante. A leitura é bem simples e fantástica, com histórias envolvendo deuses, gigantes, monstros e outras criaturas.
Nesse livro temos quinze pequenos contos envolvendo os principais deuses e deusas nórdicos.

O livro fala desde os primórdios do mundo, segunda a mitologia, com seu conto "Antes  do princípio, e o que veio depois", até o fim do mundo, o chamado ragnarok, com o conto "Ragnarok: o destino final dos deuses". Este último é o maior conto do livro.


Neil Gaiman já tinha influências da mitologia nórdica, inclusive o conto "Os últimos dias de Loki" foi mostrado em um dos arcos de Sandman. É uma leitura muito agradável e lúdica. É impossível parar um conto pelo meio, pois a leitura realmente é envolvente.

Um dos contos sobre Loki

Gostaria muito de um volume dois com outros contos, mas por enquanto me contento com esse. Entres os contos que mais gostei, estão os "A cabeça de Mímir e o olho de Odin", "Os filhos de Loki", "O casamento incomum de Freya", "O hidromel da poesia", "A pescaria de Hymir e Thor" e "A morte de Balder".
Esse livro instigou ainda mais meu interesse em mitologia nórdica, inclusive já estou baixando filmes sobre esse assunto para ver nas férias. :D
É um livro excelente. Espero poder ler para futuros filhos meus.
Até mais e boa leitura! o/

Nota 9/10

domingo, 15 de julho de 2018

Resenha - O Cemitério

Bom dia gente! Eu deveria ter postado a resenha desse livro desde o fim do mês passado, que foi quando terminei a leitura dele, mas antes tarde do que nunca, não é mesmo?
Hoje vou resenhar um dos maiores clássicos do Stephen King, O Cemitério. Quase todo mundo já ouviu falar do filme Cemitério maldito, um dos maiores clássicos do terror e que foi inspirado no livro O Cemitério. Eu já assisti ao filme algumas vezes e gosto muito, mas nada se compara a leitura de um bom livro, com tanta riqueza de detalhes, então vale a pena conferir essa obra do mestre King.


O Cemitério conta a história de Louis Creed, um médico de Chicago que se muda com sua esposa Rachel, seus dois filhos Ellie e Gage e Church, o gato de Ellie, para uma pequena cidade do Maine. Ele achava o lugar ideal para sua família, uma vez que havia conseguido trabalho na universidade local. Ao chegar na nova casa, conhece Jud Crandall, seu vizinho, um homem idoso que logo se torna amigo de Louis, sendo para ele uma figura paterna.
Jud mostra o bosque próximo a nova casa dos Creed, levando-os a um passeio, onde há um cemitério antigo de animais. Ali, ao longo do tempo, crianças enterravam seus bichinhos de estimação. No entanto, adentrando ainda mais no bosque, há um segundo cemitério, mas esse vai mais além do que ser um local de enterrar animais queridos. É uma terra maligna e cheia de forças ocultas e inexplicáveis. Um local cheio de mistério e que foge totalmente da compreensão de Louis Creed.

Cena do filme "Cemitério Maldito"
 Em várias noites, ao tomar cerveja com Jud em frente sua casa, Louis escuta diversas histórias aterrorizantes sobre o cemitério do bosque. Inicialmente, essas histórias o divertiam, até que Church, o gato de Ellie, morre atropelado na estrada e pouco tempo depois, volta a viver.
Louis é levado a um drama obscuro ao tentar entender os segredos do cemitério maldito, um local que prova que não há limite entre a vida e a morte.
~~~

Eu amei esse livro, vale muito a pena a leitura. O filme é só um complemento e uma forma de ilustrar a história. Ler e assistir em seguida pode ser uma experiência boa, fica a dica.

Capa do filme inspirado em O Cemitério

Espero que tenham gostado. Até mais e boa leitura! o/
Nota 10/10

sábado, 9 de junho de 2018

Resenha - O menino que desenhava monstros

Olá, bom dia. Hoje vou resenhar para vocês O menino que desenhava monstros, lançado em 2016 pela Darkside. Já tenho esse livro faz um tempo e sempre fui curiosa em relação a ele, porém só li agora.
A capa é muito bonita, como todos os livros da editora. É um livro curto, mas a história vai acontecendo e me prendeu bastante, tanto que li em pouco tempo. Vi em algumas resenhas que algumas pessoas acharam a história arrastada, mas não concordo, só achei que poderia ter desenvolvido melhor o final.


O livro narra a história de Jack Peter, um garoto de dez anos que tem síndrome de Asperger, uma condição semelhante ao autismo. JP, como é chamado, passou por um trauma quando tinha 7 anos e adquiriu um medo exagerado de sair de casa. Seus pai Holly e Tim Keenan buscam tratamento para o garoto, principalmente Tim, que nutre uma esperança maior de cura do filho. No entanto, sempre é uma luta para tirá-lo de casa.
Eles moram na chamada casa dos sonhos, um lugar com cheiro de mar e algas e muito frio, o local que Holly sempre sonhou antes de casar, e ao descobrir que estava grávida, ela ficou ainda mais feliz. Só que a criança nasceu com problemas e ela nunca superou esse fato, pois este contrariava a vida perfeita que ela sempre sonhou ao lado de Tim.
JP tem um único e melhor amigo, um garoto chamado Nick. Nick visita a casa dos Keenan regularmente, não por puro prazer, mas meio que por obrigação, já que seus pais são amigos dos pais de JP. Exceto Nick, JP naõ tem outros amigos, já que não consegue sair de casa e nem frequenta a escola.


Jack Peter brinca durante um tempo com algo e logo se entedia e procura outra coisa. Foi assim que ele começou a desenhar e isso se tornou mais frequente quando sua mãe lhe deu um conjunto de lápis e papel de presente de natal. Só que JP não desenhava carros e aviões, como os garotos de sua idade costumavam fazer. Ele e Nick começaram a fazer monstros, alguns do cinema e outros criados da imaginação. 
Após esses desenhos, a casa dos Keenan passou a ser alvo de barulhos estranhos e aparições de um homem branco muito pálido e grotesco, o que faz Holly questionar a existência de fantasmas nas redondezas, uma vez que houve há muitos anos atrás um naufrágio naquela região.
Assim, eles buscam respostas para essas aparições e barulhos inexplicáveis, descobrindo algo que foge completamente da razão.

Eu gostei da história e me surpreendi com o final, apesar de ter achado que aconteceu tudo muito rápido. Mas dou uma nota 7/10
Até mais e boa leitura! o/

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Resenha - Eu sou a lenda

Bom dia mais uma vez! Agora vou resenhar um livro que é um clássico tanto na literatura quanto no cinema: Eu sou a lenda, de Richard Matheson, publicado pela Editora Aleph. Essa edição é bem compacta e leve, então dá pra ler em pouco tempo. Não só por isso, a história prende muito o leitor e por isso acho difícil alguém demorar muito a concluir a leitura dessa história.
A referência que eu tinha de Eu sou a lenda se baseava apenas no filme com Will Smith, onde ele fazia papel do protagonista que vivia em um mundo cheio de zumbis. Já no livro o cenário é diferente, pois a praga que assola o mundo não se trata de zumbis e sim de vampiros, o que achei interessante.


Temos como protagonista Robert Neville, um dos poucos (talvez o único) que sobreviveu a praga e que tenta de alguma forma sobreviver dia após dia nesse cenário pós-apocaliptico. Ao perder a mulher e a filha para a praga, ele se vê infeliz e sozinho no mundo. Ele busca mantimentos durante o dia, quando os vampiros estão em estado de coma e se tranca durante a noite, quando as criaturas estão ativas e famintas. Neville tenta afastá-los de seu lar, expondo colares de alho e cruzes, e assim vai vivendo.
O livro se aprofunda muito na questão da solidão e da necessidade que o ser humano tem de viver em sociedade. Neville fica tão desesperado por uma companhia, que ao avistar um cachorro, ele não pensa em mais nada, a não ser conseguir levá-lo para casa. Isso se torna uma meta em sua vida infeliz e solitária. 
Neville vai vivendo dessa forma, mesmo sem razão para isso. Muitas vezes enchendo a cara de bebida e ouvindo música, mas buscando sempre dentro de si um propósito e uma explicação para a praga.

Eu gostei muito do livro. Apesar de ter pouquíssimos personagens, ele aprofunda muito na questão da solidão e isso traz uma reflexão interessante.
Indico a leitura. Até mais! o/

Resenha - Elektra Vive e Elektra Assassina

Bom dia gente! Dei uma sumida porque minha casa estava passando por algumas reformas, então acumulei três leituras para resenhá-los todos no mesmo dia. Como hoje estou trabalhando e é feriado, eu não poderia deixar para outro dia, não é mesmo?
Nesse primeiro post de hoje, vou falar sobre duas HQ's da Elektra, porque nesse ano eu decidi conhecer um pouco do universo dos quadrinhos do Demolidor, e decidi começar por Frank Miller. Para quem ainda não viu, já resenhei as três HQ's do homem sem medo aqui. Após a leitura dessas HQ's, me interessei em ler as da Elektra, pois essa personagem realmente me cativou e Frank Miller cita essas obras em uma das introduções de Demolidor. Trata-se de Elektra Vive e Elektra Assassina.

Elektra Assassina

Elektra Assassina

Elektra Vive

Elektra Vive

Vamos começar po Elektra vive, uma HQ que me surpreendeu pelo tamanho, parece um daqueles padrões de livro infantil, grande em suas dimensões, mas com poucas páginas.Eu gosto da capa, apesar de achar a ilustração da Elektra feita por Lynn Varley um tanto esquisita, com traços bem mais fortes do que eu tinha visto nas ilustrações de outros artistas em outras edições.
Elektra vive mostra o sofrimento de Mattew Murdock após perder Elektra. Ele tenta aceitar que ela se foi, mas seus sonhos o perturbam na noite, fazendo-o acordar com o perfume dela, com o gosto de seu suor na língua e o calor de sua pele. O desafio de Matt é encontrar um jeito de se libertar dela e aprender como dar adeus de uma vez por todas.



Agora falarei de Elektra assassina, um encadernado incrível e com ilustrações muito bonitas de Bill Sienkiewicz. A capa por si só já chama bastante atenção de todos que vêem. Esse encadernadoo reúne oito histórias publicadas originalmente em 1986. Nela, conhecemos a origem de Elektra, desde seu nascimento até se tornar uma ninja assassina.
Em San Concepcion, na América do Sul, dois policiais são estrangulados, um diplomata é assassinado e um agente da SHIELD é desmembrado. Isso significa que a ninja Elektra Nachios está de volta e ainda mais brutal e sangue frio.
Elektra tem como objetivo matar a besta e mostra suas habilidades no combate e no poder incrível de manipular mentes.



Eu gostei muito das duas HQ's, as histórias são boas e prende muito mesmo. Indico muito a leitura!
Até mais! o/

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Resenha - O Caçador de Apóstolos

Bom dia com muita chuva! Hoje vim resenhar para vocês um livro de fantasia medieval de um autor brasileiro que eu só conhecia por nome: O caçador de apóstolos de Leonel Caldela. Ele já escreveu alguns livros publicados pela Nerdbooks, mas essa obra que falarei hoje foi uma de suas primeiras, tendo sua publicação feita em 2010.
Ganhei esse livro em um amigo secreto de uma pessoa muito apreciadora de RPG e fantasia, então logo criei boas expectativas. O melhor é que eu ganhei esse e a continuação "Deus máquina", sequência de O Caçador de Apóstolos, então em breve lerei e postarei aqui. 
Em relação ao material do livro, achei meio mole e maleável demais, mas leve e de boa qualidade.


A história desse livro se baseia no poder maior, ou seja, a Igreja. Só que aqui a Igreja é tirana, onde as pessoas não tem acesso à informação e tudo em que acreditam são ditados pelos cardeais. Desde criança, a população era treinada rigorosamente a respeitar a Igreja e não questioná-la.
Urag é o Deus deles e a Voz de Urag é uma espécie de profeta, ou seja, é aquele que tem o dom de receber mensagens de Urag, devendo assim transmiti-la à população de fiéis. A Voz de Urag é sempre uma mulher e o livro fala sobre algumas das Vozes que já existiram, apesar de o conhecimento das mais antigas serem bem remotos.
O livro é dividido em três partes. Na primeira, intitulada "O diabo está morto", temos Iago, o narrador personagem, e Atreu, personagem principal do livro. Atreu é um rebelde, sempre duvidou e questionou a Igreja, nunca escondendo sua incredulidade e sendo por isso considerado o Soldado do Diabo.
Na segunda parte do livro, com título "Retrato do guerreiro quando jovem", temos a história de Atreu, onde mostra sua infância até se tornar um cavaleiro. Mostra também outro personagem muito interessante, chamado Ganimedes, que é um personagem, que apesar de tudo que passa, se mantém fiel.
O enredo vai tomando forma com base em duas profecias. A primeira diz que "Haverá dois soldados, um de Deus e um do Diabo". A segunda fala sobre uma Voz de Urag corrupta, dá época em que a líder da Igreja trairia seu povo e faria a guerra contra os cardeais.
É aí que entra Jocasta, uma personagem fundamental na história e bastante focada na terceira parte do livro, intitulada "Deus no corpo de Jocasta". Jocasta parece ser a nova Voz, uma vez que a mesma tem visões e recebe mensagens divinas. 
A história mostra a guerra entre a Igreja e os rebeldes, com belas descrições de lutas e personagens


Enfim, é um bom livro de fantasia. Recomendo.
Espero que tenham gostado da resenha.
Até mais e boa leitura!

Batman: Arkham City - O que achei?

Bom dia gente! Hoje vou falar de mais um jogo do Batman, dessa vez o Arkham City. O jogo foi lançado inicialmente em 2011 para a geração pa...