quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Resenha - Até mais, e obrigado pelos peixes! - Volume Quatro da Série O Mochileiro das Galáxias

Boa noite gente, hoje vim trazer para vocês a resenha do quarto volume da série O Mochileiro das Galáxias, Até mais, e obrigada pelos peixes!. Minha intenção era concluir o quinto livro da série nas minhas férias, mas infelizmente não consegui, devido a outros afazeres, além da faculdade. :( Como hoje é meu último dia de férias, resolvi concluir de vez esse livro e postar a resenha no blog.
Gostei bastante desse livro, para quem desistiu da série devido o fato do terceiro volume ser super denso, recomendo a leitura desse, pois ele é bem mais leve e compreensível. Claro, dentro do normal se tratando do Douglas Adams.  A capa é bem bonitinha, como as demais da coleção e tudo faz muito sentido, todos os elementos da capa estão presentes na história.


A história inicia com Arthur Dent retornando ao seu planeta, através de uma nave. O tempo era de muita chuva e nenhum carro parou para dar carona a Dent e ajudá-lo a retornar para sua casa. Exceto um Saab que lhe deu carona. A figura ensopada, o carro e a maçaneta estavam todos em um planeta chamado Terra, um mundo cuja definição no Guia do Mochileiro das Galáxias era composta por duas palavras: "Praticamente inofensiva". Seu autor: Ford Prefect.


Na carona, Arthur ficou intrigado com uma garota que estava no banco traseiro e se chamava Fenny. Estava completamente maravilhado com a mulher.
Em sua casa, desfrutando e aproveitando cada cômodo de sua casa, Arthur se depara com um presente ao lado da TV. Tratava-se de um aquário. Quando ajustou o ângulo da luz, viu claramente as palavras delicadamente gravadas na superfície do vidro: "Até mais." "e obrigado..."
Pouco depois Arthur e Fenny, que na verdade era Fenchurch, se encontram e passam a se conhecer melhor. Juntos vão em busca de explicações para o desaparecimento dos golfinhos do planeta Terra. Em outro momento, vão em busca da Mensagem Final de Deus para sua Criação.
Ford Prefect aparece pouco na história, mas o suficiente para ajudar Arthur e Fenchurch a sair do planeta em uma confusão para lá de maluca.

E é isso gente, nunca pensei de ver um romancinho nessa série, mas está aí. haha
Achei bem legal o livro, dá pra ler rapidinho e se divertir com as loucas aventuras dessa turma.

Até mais e boa leitura!


sábado, 26 de setembro de 2015

Resident Evil - Revelations 2 - O que achei!

Boa noite gente, hoje vim falar de um jogo que eu estava muito ansiosa pra jogar desde que lançou e finalmente joguei e vim falar minha opinião sobre ele. Trata-se de Resident Evil - Revelations 2. Eu amo de paixão a franquia Resident Evil e sou suspeita pra falar. ♥
Bem, o Revelations 2 é um jogo de survival horror desenvolvido pela Capcom e lançado em fevereiro de 2015 para PlayStation 4, PlayStation 3, PlayStation Vita, Xbox One, Xbox 360 e Microsoft Windows. O jogo é dividido em quatro episódios, além de extras bem interessantes para complementar o entendimento da história, além de garantir horas de diversão. São dois episódios extras intitulados "Mocinha" e "O conflito", além do modo de Raid que é um minigame voltado para ação. O jogo, em sua versão brasileira, vem com um art book bem legal com a ilustração dos monstros, adorei!


Nesse jogo temos nossa querida Claire Redfield, que se uniu a uma organização chamada Terra Save para ajudar vítimas de armas biológicas.
No início do game, vemos a Terra Save ser atacada por um grupo desconhecido. Inclusive Moira Burton, a nova membro. Eles são levados a uma ilha deserta.
Barry Burton (do saldoso primeiro game da franquia) vai em busca de sua filha Moira e acaba conhecendo Natalia,uma garotinha que passa a acompanhá-lo na sua jornada. Devido a um incidente do passado, Moira e Barry não se dão bem e Burton se ver obrigado a mostrar o valor que sua filha tem para ele.


Eu confesso que senti um medinho com esse jogo, principalmente por causa de certos monstros bizarros e quando tem qualquer criatura com um objeto elétrico como serra ou furadeira, eu me cago toda, é o meu ponto fraco. :x
Mas isso é um bom sinal, já que a ideia do survival horror é essa.
Abaixo seguem algumas imagens do jogo, incluindo algumas que capturei enquanto eu jogava.

 Achei bem bonito os cenários e o gráfico do jogo para ps3 é ok.

Moira não usa armas de fogo, mas sua lanterna é de grande utilidade para encontrar itens e matar monstros.



Natalia possui uma habilidade que a permite ver certos monstros não visíveis para Barry. Ao apontar para o mostro, ela consegue ajudar Barry a matá-lo. A mini campanha extra "Mocinha" é bem legal porque explica um pouco como ela adquiriu essa peculiaridade.

 Adoro explodir uma cabeça... haha



E é isso gente, espero que tenham gostado do post. Eu gostei bastante do jogo, que até achei bem curto. Mas talvez seja por conta de Skyrim que é enorme e me deixou com essa impressão.
Se você ainda não jogou, eu indico muito.

Até mais e boa jogatina!



segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Resenha - A Vida, o Universo e Tudo Mais - Volume Três da Série O Mochileiro das Galáxias

Boa tarde gente! Estou animada porque estou de férias do trabalho, aliás, hoje já fazem 14 dias. :(
Mas enfim, estou aproveitando esse mês para malhar e fazer uma reeducação alimentar e isso também está me deixando mais disposta, então vamos lá resenhar!
O livro que falarei hoje se trata do terceiro volume do Mochileiro das Galáxias, intitulado A vida, o universo e tudo mais.
Para começar, eu gostei do livro e tal, mas achei inferior aos volumes anteriores. É um livro denso, mas continua com aquele humor típico do Douglas. Achei a narração meio bagunçada. Eu sei que o estilo do Douglas Adams é esse, de deixar a cabeça confusa, mas a leitura desse volume foi pesarosa e senti uma certa preguiça de concluir. Mas ouvi falar bem do quarto livro, então me animei para continuar a ler a coleção até o fim.
A capa é bem bonitinha, com todos os elementos ali mostrados presentes na história.


Arthur Dent e Ford Prefect se separaram quatro anos antes e este primeiro se encontrava ilhado numa Terra Pré-histórica como resultado de uma complexa sequência de eventos.
Ao ouvir um pequeno zumbido, se depara com uma nave na qual desce pela rampa uma silhueta alta chamando Dent de idiota. Se tratava de Wowbagger, o Infinitamente Prolongado. Era um homem com um objetivo que consistia em insultar o Universo em geral e cada um dos seus habitantes em particular. Isso porque ele se tornou um ser imortal através de um acidente.
Depois de um longo tempo, Ford Prefec e Arthur Dent se reencontram ainda na pré-história, quando Prefect anuncia que os dois estão de partida pois este detectou perturbações na corrente. Mais precisamente, uma perturbação em movimento na tessitura do espaço-tempo de um zéfiro, um núcleo de instabilidade bem próximo dos dois. Assim, surge um sofá Chesterfield no campo bem a frente deles e foi nele que os dois amigos foram parar em um campo de críquete. No mesmo campo, surge uma espaçonave branca que pertencia a Slartibartfast. Arthur não sabia, mas estava iniciando mais uma aventura: salvar o Universo dos robôs xenófobos do planeta Krikkit.



Krikkit é um planeta que está dentro de uma nuvem de poeira e desconhece qualquer outra forma de vida além das que lá habitam, já que esse planeta era o único de seu sistema solar.
No entanto, após cair uma nave no planeta, Krikkit percebeu que existia algo mais além dele. Dessa forma, decidiram que deveriam destruir todo o universo, tudo aquilo que não fosse krikkit. Quando foi declarado guerra, o Magistrado Pag, a fim de acabar com ela, mandou trancar o planeta em um envoltório chamado Tempolento. A partir daí, nossos queridos personagens entram em cena para libertar o planeta do Templotento.

Apesar da leitura densa, é um bom livro. Não é o meu preferido da série, mas merece a leitura, pelas críticas de Douglas Adams e pelo humor maluco. haha Enfim, leiam e tirem suas próprias conclusões.
Boa leitura! ;)

Resenha - HQ - Destino - Crônicas de mortes anunciadas

Boa tarde gente! Hoje vim resenhar mais uma HQ para vocês. Trata-se de Destino - Crônicas de mortes anunciadas. Para quem leu Sandman, de N...